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Churrasco, piscina e pagode: sucesso das campeãs da Libertadores passa pela mesma vizinhança

 

Vizinhas, amigas e parceiras, elas dividem momentos de churrasco, piscina e pagode e a convivência diária parece explicar o entrosamento que se viu em campo quando venceram o chileno Colo-Colo nos pênaltis e conquistaram o título inédito da Libertadores feminina. Das 21 meninas do elenco do Corinthians/Audax, 15 moram no mesmo condomínio, no bairro Umuarama, em Osasco (SP).

arte delas se mudou para lá no ano passado, quando começou a parceria entre Corinthians e Audax. Outras entraram para a turma em janeiro. Elas dividem três apartamentos: Yasmin, Alanna, Monique, Maglia, Bianca e Leidi; Lelê, Ingrid, Tainá e Katrine; e o mais bagunceiro, segundo elas próprias, tem Mimi, Nenê, Amanda, Grazi e Daiane.

"Sem dúvida o meu é o apartamento da farra (risos). E a Mimi é a mais bagunceira, no bom sentido. Está sempre ouvindo música, dançando. É uma convivência muito boa, mesmo das que não moram no condomínio, porque estão sempre aqui com a gente. Ajuda a não ficar só aquele negócio no campo. Viramos amigas, parceiras. Estamos sempre em sintonia, conversando e levamos isso para dentro do campo. Foi fundamental porque ficamos 15 dias juntas na Libertadores", disse Amanda ao espnW.

A meio-campista foi artilheira da competição continental, com quatro gols marcados. E se surpreendeu. "Fiquei muito feliz e não esperava porque gosto mais de servir do que de fazer gol. Não é minha característica. E o primeiro objetivo é sempre conquistar o título para a equipe Aí veio esse bônus."

O troféu individual e as medalhas no peito são exibidos pelo condomínio, onde, agora, estão ficando famosas. "O pessoal no prédio tem reconhecido a gente. Colocaram sobre o título em uma tela no elevador. Então, os moradores têm dado parabéns, falado sobre a gente no grupo do Facebook eas crianças ficam super animadas, pedindo autógrafo, tirando foto", contou a lateral Yasmin.

As meninas cumpriram compromissos com o clube e, agora, vão ter um mês de férias. Vão ter bastante tempo para fazer o que mais gostam. "Academia, churrasco, piscina, pagode...a Lelê manda bem no tantan, eu arranho no pandeiro (risos). Também jogamos bola na quadra society do condomínio e às vezes até treinamos um pouco lá. É nossa família, estamos sempre juntas."

"Essa convivência tem mais de 50% de ‘culpa' no título porque conseguimos nos conhecer mais. No treino, fazemos o que o treinador pede. Em casa, conseguimos conversar mais sobre como cada uma gosta de receber a bola, falamos sobre as adversárias. E tudo de um jeito mais descontraído. Estamos muito felizes por ver que deu resultado", completou.

A parceria das meninas, no entanto, tem futuro incerto. O Audax não confirma, mas o Corinthians já oficializou que deve formar um time separado em 2018, e a vaga na próxima Libertadores ficaria com o time do interior. Os contratos das atletas terminam em dezembro, e a situação ainda será negociada com a diretoria.

O Corinthians/Audax levantou a taça depois de derrotar o Colo-Colo nos pênaltis, em jogo disputado no Paraguai, com duas defesas da goleira Lelê. Os 90 minutos regulamentares foram sofridos e terminaram em empate sem gols.

Foi a sétima vez que o futebol brasileiro conquistou a Libertadores feminina, que existe desde 2009. O São José é o maior campeão, com três títulos (2011, 2013 e 2014), o Santos tem dois (2009 e 2010) e a Ferroviária um (2015).


Fonte: ESPN

 

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